..:: Smiley Girl ::..


27/06/2008 08:58
E quase dois anos depois... o que muda?

Sinceramente? Nada. Continuo a mesma de sempre. A mesma que foi e a mesma que quer, de alguma forma, voltar...




No translations...
enviada por ana p.



28/08/2006 00:08
E hoje em dia...

Quanta coisa muda em seis meses. Em um ano. Um ano e meio. Quase dois anos.

É estranho imaginar que eu iniciei esse blogue há mais de três anos. Estranho pensar nas coisas que mudaram, no próprio Blig que mudou, em como eu mudei. Mas é isso o mundo, ele dá voltas, bem inimagináveis, voltas completas ou não, voltas boas ou não desejadas, mas a vida está sempre em movimento.

Ainda bem.

Por vezes eu pensei em voltar este blogue ao que ele sempre foi, com mto movimento, com textos instigantes e opiniões sólidas. Mas eu já não sou mais assim. Dominada pelo sistema, eu só quero deixar isso aqui como uma recordação de um tempo que foi bom, mas que passou.

Apenas passou....
enviada por ana p.



11/12/2005 22:51
I know I was born, and I know that I'll die....

E aqui estou eu de volta à origem de todas as coisas. Ou melhor, à origem da minha maioridade. Esse blog me acompanha desde os meus dezoito anos, e mesmo com tanta coisa horrível, e mesmo com tanta coisa boa tendo acontecido, eu não consigo me livrar dele.
Não consigo porque, quer eu queira ou não, esse blog já meio que tem vida própria. Ele já não precisa mais de mim para sobreviver... As histórias, as alegrias e as tristezas que nele constam, não mais são controladas por mim. Fazem parte de um passado que de nada adianta eu tentar apagar. Ele vai continuar existindo. De nada adianta eu me esforçar pra esquecer. As coisas que tiverem que acontecer vão acontecer naturalmente. E também, de nada adianta tentar criar uma realidade diferente na minha cabeça: o que está acontecido, acontecido estará para todo o sempre, e absolutamente nada pode mudar isso.

Sentem uma ponta de arrependimento ao falar do passado? Às vezes eu sinto também. Mas é só até analisar o como minha vida era e como ela está. E na boa... estou muito melhor hoje. Mais madura, apesar das mancadas. Mais esperta, apesar de enganada. Mais feliz, apesar de tudo...

Que venha logo 2006. O balanço será feito, e no fim das contas, só eu sei a dor e a delícia de ser quem eu, hoje, sou...

Postado ao som de: Pearl Jam - Yellow Ledbetter
enviada por ana p.



24/09/2005 22:36
Cansadinha...

... das pessoas, do trabalho e da solidão.
... da música, do barulho, do silêncio e das palavras.
... mas cansada, principalmente, de querer mais do que eu posso, de ter mais do que eu preciso, de pedir mais do que eu consigo.

Cansada de quase tudo. De mim mesma. Cansada de procurar sempre o melhor pra todos, pra tudo. E poucos são aqueles que realmente se importam.

Reclamona? Talvez. Acho que eu ando reclamando demais. A Doc me perguntou esses dias o que eu faço para que os outros se preocupem comigo o tanto que eu me preocupo com eles. E eu respondi: nada. Evito as pessoas, evito confiar no ser humano, evito muitas coisas.
Estou cansada da falsidade, do sorriso amarelado, cansada daquela cama, cansada do telefone, estou cansada de procurar, e de ser procurada. Chateada com o mundo, insatisfeita com a vida. Estou desanimada, essa é a verdade.
Não, não é por causa do final do ano que eu estou assim, mesmo porque ainda estamos em outubro. Estou desanimada com os meus rumos, cansada de ver que eu nadei, nadei, e vou acabar morrendo na praia. Cansada de semear sorrisos e colher ingratidão.
Cansada de ser reclamona.

Cansada de fingir que eu sou feliz....

Postado ao som de: Kings of Leon - Molly's Chambers
enviada por ana p.



24/08/2005 22:46
Tem dias que eu me sinto...

... com aquela vontade louca de procurar, de ligar, de ir atrás, de mandar email, de saber, de entender, principalmente... de entender. Mas não consigo, infelizmente, parece que alguma coisa dá um stop na minha mente.

STOP!

Você merece coisa melhor...

***** ***** ***** ***** *****

"Meu coração é o seu
Seu coração é o meu..."

***** ***** ***** ***** *****

E mais ainda, eu mereço alguma coisa diferente, algo do tipo: uma faculdade. E aqui fica o meu compromisso, de até o final do ano que vem ter a certeza do que eu quero pra minha vida.

***** ***** ***** ***** *****

Melhor ainda que isso: fica o compromisso de não me tornar uma simples personagem de Sex and the City.

***** ***** ***** ***** *****

"Com você eu vou mais longe
Que os cristos, que as crenças
Que o bonde de Valença
Com você eu vou mais longe..."

enviada por ana p.



04/05/2005 23:50
Lári, lári!!!

Ouvindo Belle and Sebastian... huuuuuummmmmmmm... essas músicas me fazem viajar pra outro mundo, sabe...
Meu mundo é perfeito, digo, num é tudo cor de rosa assim, sabe... mas eu sou feliz lá. Eu amo muito lá. E principalmente... eu sou amada!
enviada por ana p.



26/03/2005 00:32
Sempre é tempo de recomeçar...

E esse blog tá mais do que na hora de renascer... começo a ler tudo o que eu já escrevi aqui e penso, meu, isso são coisas que se passaram na minha vida, e infelizmente, nunca mais vão voltar.

Não voltará o amor, não voltarão as amizades, não voltarão os carinhos, não voltarão as risadas... nada voltará. Não que eu pense em ter um revival, aliás, esse tal de revival foi o motivo de todo o meu rancor essa semana. Mas quem sabe, poder ter um amor novo. Às vezes faz falta.

Sabe o que mais me faz falta? Poder deitar a cabeça no ombro de alguém , sem que esse alguém pense que eu estou morrendo de amores. Cara, como é difícil ser gente grande!!!

-*-*-*-*-*-

Mas enfim, o que eu falava é que esse blog tá muito paradão, e assim ele vai continuar, só o mantenho aqui para manter as recordações, não sei até quando manterei essas memórias guardadas, pq tenho certeza que vai chegar um tempo em que eu não mais terei vontade de lembrar, que eu vou ter esquecido tudo, e aí... adeus...

enviada por ana p.



19/12/2004 16:12
Central de Propagandas Bestas...

CPB. É, pois é, foi isso que este meu amadíssimo blog virou. EU ODEIO O BLIG AINDA MAIS AGORA!!!
Agora um monte de Spammer inútil entra no blog e faz comentários imbecis numa boa... Como pode? Enfim, né, tudo pra não apagar minhas melhores lembranças...

enviada por ana p.



31/10/2004 12:24
E a vida continua...

... mas não nesse blog, eu só não queria que morresse a minha história e a minha vida, então eu vou manter este blog ativo por enquanto!
Porque afinal, é vivendo e aprendendo, errando e se fudendo... Beijos, beijos!

enviada por ana p.



01/10/2004 19:19
A magia de transformar as coisas erradas em certas

Sigo sempre a minha intuição e aconselho vocês, queridos miguchos, a fazerem a mesma coisa. Através da intuição, e do sentido que nós já trazemos do que é certo ou errado, é que poderemos então analisar (e não julgar) nossas atitudes. Digo isso porque, pelo menos no meu passado, muitas das coisas que eu fazia algumas pessoas consideravam errado, e eu mesma, em certos momentos, cheguei a me analisar a pessoa mais errada da face da Terra. Depois de um tempo conheci outras pessoas muitíssimo mais dadas do que eu, então eu compreendi, que o que fazia delas pessoas vulgares ou não era o entendimento que elas mesmas tinham de si.
Por exemplo: se hoje eu fosse me analisar, eu me analisaria uma pessoa que não segue seus sonhos, ou seja, deixei de ser impulsiva e passei a ser manipulada. Manipulada pelos meus pais, pelo sistema, pelo meu namorado, seja por quem for. Mas em alguns momentos que eu tenho vontade de seguir meus impulsos, eu simplesmente fecho a boca e aceito o que o mundo me oferece. E eu não sou assim.

**********

Liberta quae sera tamen. Acho essa a frase mais inteligente que alguém já resolveu colocar em uma bandeira. Liberdade ainda que tardia. Se eu morresse e fosse enterrada, eu teria isso escrito em minha lápide, mas como eu vou ser cremada, na festa de velório que eu vou ter, vai ter uma enorme faixa rosa com muitas estrelas vermelhas, escrito "LIBERTA QUAE SERA TAMEN". Vai ser o bicho.
Eu sou a favor de seguir meu instinto, sim. E eu faço isso o tempo todo. Antes eu me preocupava muito com o que os outros iam pensar de mim, mas hoje em dia eu já nem me preocupo mais com isso. Estou mais preocupada em agradar a mim, aos outros se possível e à Deusa sempre. A minha liberdade é sempre posta em primeiro lugar em todas as decisões que eu tomo. Acho que seria muito interessante se metade da galera que eu conheço fizesse isso. O mundo seria uma coisa muito mais engraçada!!!

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"E vinte e nove anjos me saudaram, e tive vinte e nove amigos outra vez..."

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Bom, eu num ando muito inspirada, ando pensando besteira e falando (e fazendo) bobagens, então quando eu estiver novamente afim de surpreender vocês, voltarei aqui! See ya!!!

enviada por ana p.



17/08/2004 17:51
Coisas que eu não entendo...

* O amor
* As pessoas
* O tempo
* A saudade
* A distância
* As decisões
* Os erros
* Os homens
* Meu coração
* TPM
* As guerras.

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Não entendo porque eu sou assim.
Não entendo porque eu não posso ser feliz ao meu jeito.
Não entendo porque eu tenho que abdicar de tudo, desistir de tudo.
Não entendo porque só eu tenho que fazer as vontades dos outros.
Não entendo porque eu tenho que aceitar algumas coisas que outras pessoas não são obrigadas a aceitar.
Não entendo muita coisa…

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Não sei porque eu tenho que dar felicidade a todos, mas não posso exigir a minha.
Não sei se isso será para sempre, ou se vai chegar o tempo em que estarei livre para ir embora.
Não sei se existe mais alguém no mundo que pensa mais ou menos como eu.
Não sei porque na hora em que eu mais preciso das pessoas, na hora em que eu me sinto mais sozinha, elas simplesmente... se vão...
Não sei porque eu me sinto tão sozinha.
Não sei porque eu choro todas as noites.
Ainda não sei o que exatamente eu estou fazendo aqui.

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Vinte anos passaram tão rápido, mas a minha hora ainda não chegou. Não sei porque, mas talvez, em um outro lugar, em um outro tempo, eu encontre resposta para essas minhas questões.

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Enquanto isso não chega, sorriso no rosto, porque eu não posso demonstrar minha fraqueza pra ninguém. Porque infelizmente eu nunca pude contar com ninguém para me ajudar. Porque infelizmente ninguém teria paciência para isso. Sou uma pessoa difícil de se lidar, humana como qualquer outro, que tem sonhos e pesadelos, que tem exigências a fazer ao Ser Superior. Mas pelo visto, Ele só vai poder me ajudar quando eu estiver por lá…

enviada por ana p.



25/07/2004 15:11
Everything that has a beginning it has an end, Neo...

Assim como o meu Blig. Cansei de brincar de gato e rato com o Ig. Resolvi arrumar minhas trouxas e ir embora. Minha casa nova ainda tá passando por reformas, mas já dá pra perceber que é um lugar agradavelmente simpático. Espero a visita de vocês lá no novo condomínio.
Beijos, Blig. Eu não deixarei esse livrinho morrer. Mas vou parar de me estressar com essa bosta!

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Uma despedida singela e inocente:
Pau no Cú do Administrador!

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fim.

enviada por ana p.



05/07/2004 20:52
Quem um dia irá dizer que existe razão nas coisas feitas pelo coração?

Nada neste mundo deveria ser tão bom quanto um pote de sorvete napolitano numa madrugada de verão, depois de várias rodadas de sexo. Isso daria algumas idéias para o sorvete, que poderia ser tomado de várias formas variadas e divertidas.
Mas infelizmente as pessoas humanas encontram formas diferentes de se divertirem, tipo roubar, matar ou estuprar. Tem gente que se diverte com o sofrimento alheio, tem gente que se diverte com a inocência do povo, tem gente até, veja só, que se diverte e acha graça nas aguras do povo. Eu não entendo isso muito bem, mas de certa forma, às vezes eu me divirto dessas formas estranhas também.
Quando eu estava na faculdade, eu me divertia muito com o pessoal de Sistemas. A Márci era uma das mais doidinhas, e com quem eu me divertia pacas. O Ivan e o Evérton eram os mais engraçados, aliás, o Evérton me fazia rir só de olhar pra ele. Ele gosta muito de Jackass, e sempre que eu assisto Hermes e Renato eu lembro dele. A Areta, o Anderson e o Rogério eram os que mais estudavam, mas mesmo assim, não tinham aquele ar de nerd como muitos tinham na minha sala. O Réder era um caso perdido, mas mesmo assim eu ainda considerava ele um pouquito. Hehehehe!!! Ele era o “pai” da gente, e era pai mesmo, dava uns conselhos que nem meu pai me encheria tanto o saco como ele me encheu!!! O Mauro Bob Esponja, que me fazia rir de um monte de coisa que me estressava e me deixava puta da vida. E foi o primeiro japonês bêbado que eu vi na minha vida! Eu ria muito com ele também.
Essa foi a parte séria da minha vida, a da faculdade. E mesmo assim eu me diverti muito. Mas infelizmente não era bem isso que eu queria pra minha vida, então eu cancelei o curso de Sistemas de Informação, disse um “tchau” rápido e seco pra galera, virei a bunda pra facu e fui embora. Voltei duas ou três vezes lá, mas para evitar meu sofrimento, eu evito. E evitar brigas em casa, sempre que eu vejo a galera, a casa cai pra mim. Então, eu vou levando as saudades na maciota, mas pelo menos, sempre que eu lembro deles, eu me divirto internamente!!!

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Quando eu estava no colégio, eu achava que todas as amizades duravam eternamente. Tinha amigas e amigos por quem eu dizia que daria a vida. Foi nessa época também que eu me apaixonei pela primeira vez, e nessas horas a gente sempre acha que encontrou o homem da nossa vida, e eu já ficava combinando os sobrenomes para ver como seriam os nomes dos nossos filhos. Coisa infantil, hoje em dia eu sei que vou continuar mantendo meu nome, por mais que eu goste de doce de Caramello...
*** TE AMO BABY ***
Nessa época também comecei a ir pras minhas primeiras baladas, se é que se pode chamar Mistura Brasileira – Tatuapé de balada. Mas, com 16 anos nas costas, era só isso mesmo que meus papis me autorizavam a ir. Dava uns beijos de vez em quando e logo percebi o quanto esse tipo de diversão era sem graça e que legal mesmo era beijar a mesma boca por um tempo. Logo também percebi que beijar a mesma boca por um tempo é legal, desde que você curta não só a boca, mas todo o resto!
Mas o colegial terminou, chorei pacas no último dia de aula, até hoje sinto muuuuita falta das conversas à base de sorvete do McDonald’s com o Katsuo, o primeiro japa legal que eu conheci na minha vida. Das longas e intermináveis conversas filosóficas com a Bruna, Brunet’s aliás, grande amiga que até hoje eu não esqueço. EU não esqueço. Lembro das risadas que eu dava com a Mariana Godoy, a Godoy, aliás que eu sempre achei que iria parar na seleção brasileira de vôlei. E as loucuras e burradas da Dany, apesar de ter tido umas tretas com ela no passado, quem nunca brigou com uma amiga por causa de meninos, que atire a primeira pedra!!!
Cesar pagodeiro, um cara extremamente engraçado e apaixonante, por quem eu tinha e tenho até hoje um carisma muito grande. A Juliana Hanson, apaixonada adivinhem por quem? Com todos eles eu me divertia muito, com todos eu dei muuuita risada, e sempre que eu leio as frases idiotas que a gente dizia, eu dou risada e sinto falta.

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Quando eu arrumei meu primeiro emprego, eu me senti nas nuvens. Me senti realizada, pois eu num tinha profissão nenhuma, tinha terminado o colegial há quatro meses, e já tinha sido chamada para ser instrutora de informática, vejam vocês! Foi quando eu comecei a me divertir escrevendo coisas para pessoas estranhas lerem, numa espécie de diário virtual, que pouquíssimas vezes eu fiz de diário, e mais como um desabafador de dores e saudades. Comecei a me divertir dando aulas para adolescentes tão pirados quanto eu. Muitos deles tinham a minha idade, e eu sempre me identifiquei muito com meus alunos. Pois tinham esperanças como eu tinha. Pois estavam vivendo uma época da qual eu acabara de sair. Porque eu podia ajudá-los e eles me ajudarem.
Lá na escola-de-informática-que-eu-prefiro-não-fazer-marketing, eu conheci o meu terceiro pai, porque o primeiro tá no meu coração e o segundo tá lá em casa preparando a janta. E o Fafá tinha um jeitão de pai pra mim, que ele tem até hoje, não só comigo. O Fafá é suuuuper legal e merece ser feliz. E lá eu também ganhei um tio, o tio Fabi, a pessoa humana mais gente fina que eu já vi, que tinha mais do que 30 anos. Porque até essa fase, eu sempre achei que no mundo existia um complô para que as pessoas com mais de 30 anos se tornassem chatas e aborrecidas de tudo. Mas o tio Fabi, assim como o pai Fafá, é suuuuper legal!!!
Ganhei uma amiga doida de tudo, a Sil Maloka, que é zueira até dizer chega. Precisava ver as coisas que a gente fazia antes da escola abrir, às 8 da manhã. A gente cantava Roberto Carlos. A gente dançava Vanusa no laboratório. A gente zuava muito!!!

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Quando eu entrei na escola-de-informática-que-eu-prefiro-não-fazer-marketing, eu não imaginava que isso fosse mudar tudo na minha vida. Porque foi lá também que eu conheci o cara mais sedento da minha vida. Ele quase bebeu um galão inteiro de água. Ele ficou olhando pra minha bunda de primeira vez, mas sei que depois ele prestou atenção em outras partes. É lógico que eu também olhei a bunda dele, mas a primeira coisa que mais me encantou nele foram os olhos. Quando eu pude vê-lo mais de perto, a segunda coisa que mais me encantou foi a boca. E depois de uns dias, eu tava beijando a boca dele. Depois de beijar a boca dele, ele me prensou na parede do KVA e a gente deu uns amassos muuuito bom, o melhor amasso que eu já levei. E não é porque ele é meu namorado, não, mas é porque ele dá uns pega bom mesmo. Não digo para vocês experimentarem, já tiveram seu tempo, agora só eu posso saber como é bom!
Depois dos beijos e dos amassos, a gente resolveu se conhecer melhor por dentro também. O Caramello é a pessoa mais diferente de todas que eu já conheci. Se vocês soubessem dele metade do que eu sei... eu gosto muito de tudo nele. Na verdade, eu o amo demais! O Caramello, como vocês sabem, mudou minha vida. Porque ele me ensinou um monte de coisas que eu não sabia, e que nenhuma das pessoas especiais que eu citei neste post me ensinaram:
* O Caramello me ensinou a tomar Ovomaltine do Bob’s
* O Caramello me ensinou a comer “tremoço” (se é que é dessa forma mesmo que se escreve...)
* O Caramello me ensinou que o amor não é posse
* E o Caramello me ensinou a importância de ter um amor, e saber amar esse amor.
* Me ensinou a escrever uma carta de amor de verdade
* Me ensinou a gostar de beijo no escuro do cinema
* Me ensinou a deitar no colo dele e esquecer todos os problemas da minha vida
* Me ensinou nesses últimos dias a diferença entre um Uno Mille e um Palio Weekend (a minha ignorância em matéria de carros não é tãããão grande, mas eu realmente tô aprendendo uma pá de coisas!!!)
Sabe que esse Caramello é muitíssimo especial pra mim, é professor e é também meu aluno, muita coisa a gente aprendeu junto. Já fazem dois anos da primeira vez que eu o vi subir a escadaria da escola-de-informática-que-eu-prefiro-não-fazer-marketing, e cumprimentar a Silvana, e depois ficar olhando pra minha bunda, e ficar tomando copos e copos de água pra poder me ver mais de perto.

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Baby, tem uma música que eu gosto muito do Legião Urbana, que eu sempre achei que é a tradução perfeita de nós dois, “O Mundo anda tão complicado”.
Vem cá, meu bem, é bom te ver. O mundo anda tão complicado, e hoje eu quero fazer tudo com você...
Te amo. Muito mesmo. E o mundo pra mim já não anda tão complicado, você faz com que eu consiga compreendê-lo melhor a cada dia. A minha mente já não é mais tão perturbada, e sim, já é muito mais sonhadora. E todos os sonhos parece que tem um toque do seu amor. Fica comigo hoje? Fica comigo sempre?...

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Tudo desde os tempos do colégio mudaram tanto...

“Quero ouvir uma canção de amor
Que fale da minha situação
De quem deixou a segurança do seu mundo por amor
Por amor...”

enviada por ana p.



25/06/2004 19:57
Viva o amor!

Agora que passou o tão agourado dia dos apaixonados, posso dizer com todas as letras e cores: V.I.V.A. O. A.M.O.R.!.!.!.
Tem dias que eu acordo meio que sonhadora, uma coisa totalmente Maria do Bairro, é verdade, mas pelo menos eu posso dizer que acredito no amor real, e não no amor de novela. O post passado eu falei sobre várias coisas que já passaram na minha vida, mas isso há muito tempo atrás, ou pelo menos que não mais tem influência sobre mim. Pode até ser que eu tenha dado a entender que aconteceu algo de diferente nos últimos tempos, e realmente aconteceu, mas nada de ultra horrível nem nada parecido.
Hoje a minha vida tá uma coisa mais normal. Hoje eu posso dizer que não tem nada assim que eu não deveria ter feito desta ou daquela maneira. Tudo o que aconteceu na minha vida nos últimos dois anos foram coisas altamente naturais. Meu primeiro emprego, meus primeiros encontros com pessoas desconhecidas da internet, o primeiro beijo no escuro do cinema (antes disso os beijos geralmente foram no escuro das baladas, bêbada), minha primeira faculdade (que até então eu achava que seria a única), meu primeiro namorado (que sim, é e será sempre único... te amo, baby!!!), minha primeira vez, minha primeira pernoite, a primeira demissão, a primeira vez na fila dos desempregados... “essa é a dança do desempregado, quem ainda não dançou tá na hora de aprender...” (cantei muito isso nos meus dois meses de desemprego).
Depois meu primeiro estágio, o primeiro emprego mais legal da minha vida (hoje estou no segundo emprego mais legal da minha vida), a primeira chefe mais legal, o primeiro mate do Rei do Mate, minha primeira parcela do seguro-desemprego, a segunda, terceira, quarta pernoite, meu primeiro pedido de demissão, a primeira vez que eu passei num concurso público. Nunca pensei que eu fosse chorar quando me despedisse de algum chefe, mas eu fiz isso no ombro da Luciana (minha supervisora na Public), e quando eu abracei o Luciano (meu ex-gerente na agência). Pode-se dizer então que foi minha primeira demonstração de puxa-saquismo.
Cheguei no ponto que esqueci a quantidade de pernoites..., teve meu primeiro cancelamento de faculdade também (e espero que tenha sido o último!).
Já passei por tantas coisas maravilhosas nesses dois últimos anos, que mais parece que se passaram uns dez anos!!!!

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Hum, a parte do amor.... aprendi a amar tudo o que eu faço, nesses últimos dois anos. Aprendi a amar um outro alguém com tanta força que chega dói, aprendi a amar meu trabalho, aprendi a amar meus amigos, e saber separar o amor de amigo, do amor de homem e mulher. Aprendi a amar a mim mesma, às minhas coisas. Amar o amor que meu baby me dedica, amar as coisas que ele ama (e acho que ele também aprendeu a amar as coisas que eu amo...), aprendi a amar atender o público, mesmo quando eles são grossos e mal-educados! Aprendi a amar papéis, porque meu guichê vive cheio deles! Amar à distância, amar de perto, amar com os olhos, com a boca (como é bom!), com as mãos. Amar com o pensamento, com o coração. Amar com sons, com gestos, com palavras. Amar em pé, amar deitado (é bãããoo!!!!). Amar amar amando...

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Parabéns atrasado pro meu papai, eu amo muito você, meu véio. Você é um dos meus maiores exemplos de vida, apesar de todas as nossas tretas e tal. Não é todo dia que as pessoas humanas dizem que o pai fez aniversário de 65 anos. E eu posso dizer isso com o maior orgulho! Mais especificamente, pai, você é do caralho!!!

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Sinto que vai demorar mais um pouquinho pra eu poder atualizar essa budega toda semana, e já montar um novo blog. Mas por favor, devotos de Smiley, não desistam de mim. Eu estarei tentando constantemente fazer essa porra funcionar!

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Esse ano tem eleição. Quem além de mim está totalmente alienado na questão “pra quem eu darei o cargo da minha vida”, por favor levante a mão.

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Por fim, queria deixar aqui registrado algo muito importante que faz algum tempo que eu não faço.
Baby, sabe o quanto você é importante pra mim, né não? Fico muito feliz que hoje nós possamos falar de amor como falávamos antes, que afinal estamos nos entendendo muito melhor agora. Desculpe se em algum momento eu deixei de corresponder às suas expectativas. Tudo o que eu quero é fazer você feliz. Te amo pra xuxu!

Falou galera!!! Muito sexo e muito álcool na veia! F.U.I.!.!.!.

enviada por ana p.



01/06/2004 19:29
Terei eu destruído todas as oportunidades???

Nunca deveria ter feito, dito ou pensado certas coisas. Nunca deveria ter ouvido outras. Nunca deveria ficar triste por tão pouco. Nunca deveria dar tudo de mim, pra esquecer minha vida na mão de outras pessoas. Nunca deveria ter esquecido quem eu realmente sou. Nunca deveriam ter me enganado. Nunca deveriam ter me machucado. Nunca deveria ter machucado os outros. Nunca deveria ter deixado meus gostos e atitudes nos rastros do passado. Nunca deveria ter deixado esse tempo todo passar em branco. Nunca deveriam ter esquecido de me avisar.
Nunca deveriam ser egoístas. Nunca deveriam apelar pro sentimentalismo (não comigo). Nunca deveria ter enganado ninguém. Nunca deveria esconder a verdade. Nunca deveria ter olhado. Nunca deveriam ter desviado o olhar. Nunca devia ter deixado pra amanhã. Nunca deveriam deixar de demonstrar. Nunca deveriam exigir. Nunca deveria ter exigido. Mas nunca deveria ter amolecido. Nunca deveria ter doado sem querer. Nunca deveriam ter aceito sabendo não ser verdadeiro.
Nunca deveriam forçar. Nunca deveria ter cedido. Nunca deveriam ter ido sem dizer adeus. Nunca deveria ter deixado partir. Nunca poderei esquecer...
Nunca deveriam ter escrito. Nunca deveria ter lido. Nunca deveria ter mandado. Nunca deveriam ter acreditado. Nunca deveriam ter tentado. Nunca deveria ter alimentado. Nunca deveriam ser. Nunca deveria tentar mudar. Nunca deveriam tentar mudar. Nunca deveria ter entrado. Nunca deveria ter saído. Nunca deveriam ter ficado. Nunca deveriam ter pedido pra ficar. Nunca deveriam não ter pedido.
Nunca deveria ter comprado. Nunca deveria deixar minhas vontades de lado. Nunca deveria ter feito outras vontades. Nunca deveriam ter colocado em outro lugar. Nunca deveriam sentir. Nunca deveriam ter aberto, nem muito menos fechado. Nunca deveria ter ido lá. Nunca deveria ter tido essa idéia. Nunca deveriam ter feito morrer. Nunca deveria tocar. Nunca deveriam deixar ter tocado. Nunca deveriam tentar. Nunca deveria tentar.

**********

Muitas das frases acima eu já pensei, já perdi noites de sono por causa de algumas, outras eu continuo pensando até hoje. Tudo isso foram momentos da minha vida. Muitos dos momentos lembro com imensa alegria e infinita saudade. Outras eu quebro a cabeça pensando se poderia ter sido diferente. Mas voltar atrás? Pra algumas infelizmente não dá. Pra outras, eu jamais faria diferente. Mas uma coisa é certo. De nada, absolutamente nada, eu me arrependo. E olha que eu teria ene coisas pra me arrepender, e que apenas duas pessoas que me conhecem muitíssimo bem saberiam enumerar junto comigo. Mas eu não me arrependo, de nada mesmo.
Não me arrependo porque eu sei que tudo o que eu vivi até o presente momento, teve uma escolha minha antes. Eu escolhi ter dito, ter escrito, ter sonhado. Eu escolhi ter olhado, ter tocado, escolhi ter tentado. Escolhi ter mudado, escolhi ter avisado, escolhi ter saído. Escolhi ter encontrado, escolhi ter entrado. Escolhi deixar partir. E isso realmente eu não vou esquecer...
E mesmo aquelas coisas que muitos acham que não tem outra escolha, se pensar bem tem como escolher outra opção. Porque, assim como eu fiz, eu também escolhi que tivessem olhado, escolhi que tivessem tocado, escolhi que tivessem dito, escolhi que tivessem pensado. Escolhi que tivessem lido, escolhi que tivessem mandado, escolhi que tivessem trocado olhar, escolhi que tivessem mudado, escolhi que tivessem esquecido. Escolhi também que tivesse ido sem dizer adeus. E como eu queria poder escolher o contrário, mas teve que ser assim. Claro, tu sabe, teve que ir sem dizer adeus. Mas prefiro que tenha sido assim mesmo...
Lógico que eu sempre vou pensar, em cada decisão que eu tomar, que eu poderia ter escolhido o caminho do lado. Mas o segredo da vida deve ser algo assim. Saber fazer a decisão, saber olhar o outro caminho, e não se arrepender de trilhar diferente.
Todos os momentos acima foram reais. Todos tem uma marca no meu coração. E é por isso que eu tenho certeza do que é saudade. Porque saudade não é querer rever ou querer reviver. É lembrar do que passou e não se arrepender. É não precisar viver de novo, porque já viveu com a intensidade que tinha de viver. Saudade é saber que o que passou não vai voltar. Nunca. Aliás, em alguns momentos, eu nunca deveria ter sentido saudade. Mas se eu não sentisse saudade, eu não teria tocado, não teria olhado, não teria dito, não teria escrito, nada disso seria real. Não teria dito adeus só no pensamento. Não teria vivido o suficiente pra saber hoje o que é saudade.
Não destruí nenhuma oportunidade. Apenas deixei passar algumas. Outras estão no meu caminho.

enviada por ana p.






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